Ser um ceifador é um trabalho como qualquer outro. Eles tem direito a salário, dias de férias... Mas alguns ganham um salário muito ruim. Alguns são pagos somente com café da manhã, outros com tempo para assistir TV ou até mais horas de trabalho (Existe casos extremos como este em que o chefe é muito troll). Mas outros ganham um bom salário, claro. Isso é decidido aleatoriamente ou simplesmente de maneira arbitrária. Water é um novo ceifador contratado, mas antes de começar é necessário que ele tenha um guia para lhe ensinar o que é preciso para o trabalho. Cada ceifador pode matar sua vitima de uma forma especifica. Fake-M, por exemplo, mata as pessoas quando elas estão tomando leite, mas Water poderá matá-las fazendo elas caírem de lugares altos. Porém, após pouco tempo de ser contratado, outros ceifadores misteriosamente querem mata-lo a todo custo. De acordo com o regulamento, ceifadores não podem matar outros ceifadores, mas estes, não se sabe como, possuem uma foice especial que pode matar qualquer ceifador, o que os torna uma grande ameaça, pois não há como vence-los, restando apenas fugir. Water e seus novos amigos ceifadores tentam encontrar algum jeito de derruba-los, tendo de ir até onde o chefe está para falar sobre os corruptos ceifadores que o perseguem. Mas... E se o chefe houver desaparecido?
Capitulo I.
- Pare com isso, aff! – Disse a menina de cabelos azuis. Ela era bonita, seus olhos eram da mesma cor do cabelo, porém mais claro. - Vamos te seguir até a morte!
- Não me importo, continuem! - Respondeu o que estava na frente, a uns cinco metros, aumentando ainda mais os passos. Ele se chama Fake-M, que significa “falso monstro”; depois você entenderá o motivo de tal nome.
- É sério, cara, não pararemos. – Disse outro que estava ao lado da garota. A garota se chamava Ame, e o que estava ao seu lado Lastren. Ele tinha cabelos negros, mas também tinha olhos azulados. Era otaku e sua aparência lembrava a Black Rock Shooter, mas numa versão masculina. Vestia-se de capuz negro e carregava uma enorme foice nos ombros. Só ele estava vestido assim, todos estavam como os humanos normais, mas essa sua roupa para ele e seus amigos era normal: todos eles eram ceifadores.
Quando Fake-M dobrou a próxima esquina, correu loucamente. Seus amigos suspeitavam que fizesse isso, e assim que ele dobrou, também correram, mas quando dobraram não o viram.
- Ele conseguiu... – disse Lastren já mudando para a direção oposta com a intenção de voltar para casa, fazendo isso sem hesitar.
- Mas ele vai morrer! – Ame disse com muita raiva. – Já vai desistir?
- O que quer que eu faça? – respondeu entrando num shopping. Ame sentiu vontade de dar um chute muito forte nele, mas se controlou.
- Alguma coisa! Quer que ele morra?
Lastren seguiu até onde vendia sorvetes e pediu um, ignorando ela. Ame foi até ao lado dele e olhando para ele fixamente com um olhar de desespero, disse:
- Você quer que ele morra?...
Lastren olhou para ela epois de pegar o sorvete.
- Você sabe que não.
O olhar dela para ele não mudou enquanto andavam. Lastren por fim disse:
- Mas que droga, só porque eu não quero mais tentar salvá-lo, isso não significa que eu quero que ele morra!
- Quer, sim.
- Não.
- Assassino...
- Não sou um assassino, não fiz nada!
- Um verdadeiro e frio assassino...
- Ahh! Certo, vamos salvá-lo! – E então ame parou imediatamente de forçar seu olhar de desespero e foi até onde Lastren comprou um sorvete a pouco.
- Ué, não vai mais? – Lastren perguntou agora com impaciência.
Ame olhou para ele e respondeu:
- Vou comprar um sorvete também, aí iremos acha-lo.
- Mas você não disse que ele pode morrer?
- Não antes de eu pedir um milkshake.
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